
Quando as minhas mãos observo
Não vejo nelas nada especial
Mas quando a agilidade delas percebo
Sinto sua utilidade sem igual
Mão bendita que acaricia e afaga
Abraça para alegria partilhar
Que abre, fecha e abençoa
Se estende para mendigo alimentar
Com as mãos preparo o alimento
Que me dá força e energia
E também meu corpo sustenta
Para as atividades de cada dia
Com as mãos entrego a flor
Estendo-a para alguém abraçar
faço carícia a quem dedico amor
Ergo a criança e ponho-a nos meus braços
Preciso delas para escrever
palavras cheias de paz e carinho
Para o meu amor entender
Que ela é meu benzinho
As mãos uso para lançar as sementes
E as junto em fervorosa oração
Quando de Deus estou carente
E sua graça falta e machuca o coração.
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